
"Há um prazer indiscutível em ser louco, como só os loucos sabem." (Dryden)
Loucura... Doida, quase doida, doida e meia, meio doida.
Acho que me encaixo nessa subdivisão: dos meio doida.
Às vezes faço e digo coisas que minutos, ou até mesmo segundos depois, me pergunto o por que de ter feito/dito aquilo, porque não é de mim fazer coisas como as que eu faço quando não estou com a minha sanidade perfeita.
É estranho isso. Mais estranho ainda é não ter a certeza da sanidade nem da loucura. Não sei se sou uma maluca com lapsos de lucidez ou uma lúcida com lapsos de loucura.
Mas não é ruim viver assim nessa dúvida. Aproveito muito bem meus momentos lúcidos e os loucos. Nos lúcidos ajo com a razão, às vezes com a emoção, se bem que parte dos sentimentos e emoções são bem loucos e nada racionais. Por isso eu gosto de ser assim: uma louca apaixonada, mas por vezes sou uma mente racionalizante, pensante.
Às vezes sou os dois. Nem me pergunte como é essa junção, o que acontece, o que deixa de acontecer, pois eu não sei, não lembro bem, passa tão rápido. Vem e volta. Volta e vem. Fica.
Certo, vou parar de devanear por hoje, okay? Não falei coisa-com-coisa mesmo...
Gosto dessa loucura cheia de sanidade que você tem.
ResponderExcluirBeijocas minhas.